Publicado 21 de Setembro de 2020 - 19h42

Por AFP

Como a cada quatro anos, a AFP mobiliza suas forças na América do Norte e no resto do mundo para oferecer ampla e variada cobertura das eleições nos Estados Unidos em 3 de novembro, apesar das circunstâncias especiais causadas pela pandemia da covid-19.

Após as convenções dos dois principais partidos, Donald Trump intensificou sua campanha e multiplicou suas viagens aos chamados "swing states", estados decisivos, onde o eleitorado está dividido entre democratas e republicanos.

Seu rival, Joe Biden, que permaneceu por muito tempo em seu feudo de Wilmington (Delaware), também decidiu estar mais presente no terreno e tem priorizado esses mesmos estados.

No serviço de fotografia, a agência faz parte do pool reduzido da Casa Branca, com acesso permanente a Donald Trump. O mesmo ocorre para a campanha de Joe Biden, que a AFP acompanha de perto agora que começou a ampliar seus deslocamentos.

Em texto e vídeo, o acesso é compartilhado com outras mídias em um rodízio organizado pela Casa Branca no caso de Trump, ou dependendo das restrições impostas pela covid-19 no caso de Biden, mas a AFP está presente frequentemente nas atividades de ambos.

Em vídeo, a AFP também faz a cobertura da campanha eleitoral com imagens próprias, a menos que as equipes dos candidatos imponham um pool que restrinja o acesso.

Devido à pandemia, menos eventos de campanha em massa são esperados. Mas a AFP focará sua cobertura nos estados decisivos, acompanhando os candidatos sempre que possível e explicando os desafios da votação em cada um deles.

Neste momento, consideramos que Flórida, Pensilvânia, Carolina do Norte, Wisconsin, Michigan e Arizona serão fundamentais, embora haja outros estados como Ohio ou Texas, que também podem surpreender.

A AFP vai propor uma série de reportagens multimídia em todos eles. Trata-se de medir a evolução do país, com foco nos principais nichos do eleitorado, como são os que apoiam Donald Trump, os democratas, os eleitores negros e latinos, os subúrbios, etc.

Paralelamente, a AFP usará seus escritórios e correspondentes em todo o país para explicar os grandes desafios das eleições de 3 de novembro: pandemia, crise econômica, aumento dos crimes com armas de fogo, desigualdades sociais e raciais.

Também vamos nos concentrar nos candidatos a vice-presidente: Kamala Harris e Mike Pence, que estão atraindo mais interesse do que o normal devido à idade avançada de Biden e Trump.

A rede global da AFP também prestará atenção às expectativas internacionais e aos desafios geopolíticos e econômicos gerados por essas eleições.

Antecipamos formatos originais como uma road-trip ou diário de viagem em regiões onde a vitória de Trump parece um fato para conversar com seus seguidores sobre vários temas, bem como uma série de perfis e entrevistas multimídia com os líderes que representam as minorias dos Estados Unidos para entender melhor suas esperanças e medos para os próximos quatro anos.

Em texto, foto e vídeo iremos, em várias ocasiões até a data das eleições, a Scranton (Pensilvânia), cidade natal de Biden localizada em uma área altamente disputada pelos dois candidatos.

Escrito por:

AFP