Publicado 19 de Junho de 2020 - 15h08

Por Agência Anhanguera de Notícias


Divulgação

Toda segunda, quarta, sexta e domingo, às 21h30, o Sesc São Paulo promove a transmissão de um monólogo interpretativo diferente, direto da casa dos artistas. Até agora, a série Teatro #EmCasaComSesc já soma 74 mil visualizações nas 19 apresentações realizadas. Nomes importantes do teatro brasileiro como Celso Frateschi, Georgette Fadel, Sérgio Mamberti, Cacá Carvalho, Gero Camilo e Matheus Nachtergaele, entre outros já passaram pelos canais: youtube.com/sescsp e instagram.com/sescaovivo.

Abrindo o fim de semana, hoje, 19, é a vez de conferir a adaptação do espetáculo-documentário Contos Negreiros do Brasil, do ator, diretor e articulador cultural Rodrigo França. Sob direção de Fernando Philbert, o espetáculo narra as dores, angústias, medos da população negra no Brasil, a partir de diferentes personagens - o negro gay, a idosa, a prostituta, o estudante - vítimas da desigualdade, da violência e da estereotipagem. O texto é de Marcelino Freire. Rodrigo França iniciou sua carreira no teatro e no cinema em 1992 e no ano passado ganhou o Prêmio Shell, na categoria Inovação pelo Coletivo Segunda Black. Cientista social e filósofo, é ativista pelos direitos civis, sociais e políticos da população negra no Brasil.

E no domingo, dia 21, a atriz e produtora Mariana Lima encena, de sua autoria, a peça SIM - Cérebro|Coração em conferência para a terra. O monólogo adapta a estrutura dramatúrgica da peça Cérebro Coração, que estreou em 2018 e foi encenada cerca de cem vezes em diversas cidades do país. Assuntos como neurociência, memória, linguagem, cérebro e coração estão dispostos nos fragmentos e passagens escolhidos pela atriz e autora em parceria com os diretores Enrique Diaz e Renato Linhares, tendo como cenário o único lugar recomendável para este momento, a sua casa. O texto é o resultado de um longo processo criativo vivido por Mariana nos últimos 7 anos. Motivada pela leitura de Em Busca do Tempo Perdido, de Proust, e por uma série de acontecimentos pessoais, ela começou a pesquisar, improvisar e escrever sobre memória, linguagem e neurologia. A classificação indicativa é de 14 anos. (Da Agência Anhanguera)

Escrito por:

Agência Anhanguera de Notícias