Publicado 19 de Junho de 2020 - 1h13

Por AFP

A Al Qaeda no Magrebe Islâmico (AQMI) admitiu em um vídeo a morte de seu chefe, o argelino Abdelmalek Droukdal, que a França já havia anunciado no início de junho, segundo o site americano Site, especializado em monitorar movimentos extremistas.

A AQMI reconheceu a morte de seu líder em um vídeo em que prestou homenagem e prometeu continuar a luta contra as forças francesas e outras forças no norte da África e no Sahel, informou a diretora do Site, Rita Katz, em sua conta no Twitter.

No início de junho, a França anunciou que suas forças especiais haviam abatido Droukdal no norte do Mali, numa ação em que os Estados Unidos alegaram ter fornecido serviços de inteligência e suporte.

Uma figura central dos extremistas no Sahel e no Saara por várias décadas, Droukdal uniu os principais grupos jihadistas da região em 2017, formando o Grupo de Apoio ao Islã e aos Muçulmanos (GSIM).

O GSIM, afiliado à Al Qaeda, é um dos dois principais movimentos jihadistas no Sahel.

O outro, afiliado à organização do Estado Islâmico, é liderado por Abu Walid Al Saharaui.

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