Publicado 19 de Abril de 2020 - 8h54

Por Gustavo Magnusson

O diretor de marketing Moacir Pereira falou sobre os desafios do clube

Ponte Press

O diretor de marketing Moacir Pereira falou sobre os desafios do clube

 Ao contrário do rival Guarani, que anunciou acordo de patrocínio na semana passada, a Ponte Preta sofre para fechar novas parcerias que ajudem a aliviar o caixa em meio à crise do novo coronavírus. "Estávamos em vistas de trazer um parceiro forte, mas em função da paralisação e do isolamento social, pediram para estudar melhor como vai ficar a situação depois da pandemia. Os nossos patrocínios e recursos também sofreram paralisação e estão suspensos. Todas as empresas estão verificando realmente o tamanho do prejuízo nos seus negócios para que possam voltar a investir", lamentou o diretor de Marketing da Ponte Preta, Moacir Pereira, em entrevista à Rádio Bandeirantes.

Com o clube há pouco mais um mês com todas as suas atividades paralisadas, Moacir Pereira também projeta um grande rombo financeiro em relação ao plano de sócio-torcedor, cujo pagamento da mensalidade deste mês de abril foi suspenso. "Ainda não dá para calcular o tamanho. A única coisa que podemos dizer é que realmente temos grande prejuízo com o TC10+, ainda mais porque estávamos em vistas de implantar um novo conceito de sócio-torcedor", explicou Moacir.

Em razão dos desdobramentos da pandemia da Covid-19, o início da produção dos novos uniformes da Ponte Preta, da marca própria 1900, também sofre impacto. "Isso vai gerar um atraso, na melhor das expectativas, para o final de junho e começo de julho. A fábrica fechou por isolamento social. Agora, estão voltando à produção porque receberam autorização para fabricação de máscaras de proteção. Em breve, eles vão retomar as produções, só que houve também paralisação com relação aos fornecedores dos insumos dos materiais para confecção dos uniformes", disse. "Não é porque se trata de marca própria que vai ser um material barato e popular, mas podemos garantir que os valores serão mais convidativos do que os praticados atualmente. Vamos ter material de altíssima qualidade e com preço justo", completou Moacir Pereira, sem adiantar o preço dos novos uniformes. 

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Gustavo Magnusson