Publicado 18 de Abril de 2020 - 7h17

Por Estadão Conteúdo

Em 1993, quando fez O Dossiê Pelicano, Denzel Washington já havia recebido, 3 anos antes, o Oscar de ator coadjuvante por Tempo de Glória, de Edward Zwick. Denzel receberia em 2002 também a estatueta de ator, por Dia de Treinamento, de Antoine Fuqua. Virou grande, mas, em Dossiê, a estrela era sua companheira de elenco, Julia Roberts.

Julia estourou com Uma Linda Mulher, de Garry Marshall, em 2001 e até foi indicada para o Oscar, mas só levou o prêmio dez anos depois, por Erin Brockovich, de Steven Soderbergh. Típico thriller de teoria da conspiração. Baseado no best-seller de John Grisham, Dossiê mostra Julia como estudante de direito que investiga as mortes suspeitas de dois juízes da Suprema Corte. É perseguida e ganha ajuda de Denzel.

Não, não tem beijo. Hollywood resistiu à tentação do romance birracial, que talvez fizesse história. Afinal, Julia era uma estrela. Alan Pakula é o diretor e o filme é sobre quebra de confiança. Dossiê passa neste sábado, 18, no TCM, às 19h36. Estranhos são os caminhos do sucesso.

Denzel era nada em A História de Um Soldado, de Norman Jewison, de 1984. Outro ator negro era tudo naquele filme, mas Howard Rollins morreu precocemente, de complicações da aids, em 1996, quando ainda havia muito preconceito.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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