Publicado 07 de Março de 2020 - 5h30

A Prefeitura de Campinas informou, em nota, que o Centro “tem passado por melhorias significativas”. Na contramão do que afirma a Habicamp, defende que a revitalização da Avenida Francisco Glicério "contribuiu para que novos comércios fossem abertos e as fachadas dos antigos, restauradas”. A Administração destacou que prédios históricos foram e serão reformados, que um grande hospital será construído no terreno da antiga rodoviária, que houve revitalização na iluminação e a construção de banheiros públicos atrás da Catedral.

"A Guarda Municipal faz rondas preventivas diariamente no Centro", enfatiza a nota. "Sobre os moradores em situação de rua, Campinas dispõe de ampla rede de cuidados para atender e acompanhar essa população", informou. “Com relação ao IPTU, a Prefeitura fez, em 2017, a revisão da Planta Genérica de Valores (PGV), o que alterou o valor do metro quadrado do terreno e, consequentemente, no valor dos imóveis. Mesmo com a revisão da PGV, o valor venal de mercado dos imóveis continua sendo maior que o aplicado para fins de IPTU”, destaca.

Já a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) informou, também em nota, que a Avenida Francisco Glicério possui vagas rápidas gratuitas de estacionamento, em bolsões implantados ao longo da via. A primeira fase da revitalização da via, entregue em 2015, promoveu maior fluidez viária e segurança nos deslocamentos.

Orly

A Panificadora Orly, um dos estabelecimentos comerciais mais tradicionais de Campinas, fundada em 1965, comunicou oficialmente o encerramento das atividades na última segunda-feira, após 55 anos de atendimento na esquina das ruas Barão de Jaguara e Tomás Alves. Os proprietários da Orly alegaram, em nota, que problemas financeiros levaram ao fechamento da panificadora. O gerente da rede, entretanto, Wagner Giovanetti, justificou também que outros motivos levaram à decisão do fechamento da Orly, entre eles, a degradação do Centro. (DC/AAN)