Publicado 05 de Fevereiro de 2020 - 11h34

Por Da Agência Anhanguera

Partido planeja lançar 50 candidatos à Câmara de Campinas, segundo informou a delegada Teresinha

Reprodução/Redes Sociais

Partido planeja lançar 50 candidatos à Câmara de Campinas, segundo informou a delegada Teresinha

A presidente do PTB de Campinas, delegada Teresinha, pré-candidata da legenda a prefeita nas eleições de outubro, disse que a crise que o partido enfrentou é passado e que agora a meta é construir a legenda na cidade, montar o plano de governo e fechar a chapa de vereadores. O candidato a vice na sua chapa, segundo ela, ainda não está em discussão. 

A crise no PTB, que levou muitos filiados a anunciar o desligamento do partido, entre eles o vereador Jorge Schneider, foi motivada após definição, pelo diretório estadual, de que ela seria a candidata da legenda a prefeita em 2020. O PTB deixou a base de apoio ao prefeito Jonas Donizette em janeiro, quando dois comissionados do partido com cargos na Prefeitura terem sido exonerados.

“Isso é passado. A nova executiva está com foco no futuro. Para mim, o PTB nem passado tem, não tinha sede e não se reunia há meses. A ata da última reunião é de mais de um ano”, afirmou. Segundo ela, apesar dos anúncios de desfiliação, ninguém se desligou. “Não recebi nenhuma informação da executiva anterior”, disse. Terezinha só saber quantos e quem são os filiados quando sair a atualização dos dados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A presidente afirmou que as reuniões da executiva estão ocorrendo a cada 15 dias e que ela está estruturando uma sede para o partido, que deverá ser em um escritório. “Minha preocupação atual é montar uma boa equipe de técnicos para definir o plano de governo. Um médico de renome está nos ajudando a fazer um diagnóstico da Saúde e propor soluções para os problemas e começamos também a trabalhar a área da segurança”, afirmou.

O partido vai lançar 50 candidatos à Câmara de Campinas, número máximo previsto pela legislação eleitoral. A chapa, segundo ela, já tem 30 nomes definidos. Muitas mulheres, disse, estão procurando o partido interessadas em concorrer e ela acredita que a chapa ao Legislativo deverá ser fechada com a participação de mais mulheres do que homens.

Assim como o PTB, os partidos correm para formar chapas viáveis, mas nem todos lançarão chapa completa ou porque têm poucos filiados ou porque não cumpriram as metas da cláusula de barreira e ficarão fora da repartição do fundo partidário e do tempo de propaganda na televisão.

Uma das principais mudanças nas regras eleitorais se dará no ato do pedido de registro de candidaturas à Justiça Eleitoral, especialmente porque, com o fim das coligações, cada partido deverá, individualmente, indicar o mínimo de 30% de mulheres filiadas para concorrer no pleito. Os partidos políticos deverão, também, reservar pelo menos 30% dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como Fundo Eleitoral, para financiar as campanhas de candidatas no período eleitoral.

Escrito por:

Da Agência Anhanguera