Publicado 07 de Fevereiro de 2020 - 9h30

Por AFP

Desde o seu surgimento, na cidade chinesa de Wuhan (centro), até a intensificação de medidas internacionais de prevenção, confira as principais etapas da epidemia provocada pelo novo coronavírus chinês.

O último balanço da epidemia: 636 mortos e quase 32.000 contaminações na China continental.

O primeiro alerta foi recebido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 31 de dezembro de 2019. As autoridades chinesas alertaram para o surgimento de uma série de casos de pneumonia de origem desconhecida na cidade de Wuhan, de 11 milhões de habitantes.

As primeiras análises de sequenciamento do vírus, em 7 de janeiro, permitem à OMS identificar o novo coronavírus.

Autoridades chinesas de saúde anunciam a primeira morte de um paciente com o vírus em 11 de janeiro.

Em 13 de janeiro, a OMS notificou o primeiro caso de uma pessoa infectada fora da China, na Tailândia: uma mulher com pneumonia leve que voltava de uma viagem a Wuhan.

Em 20 de janeiro, o cientista chinês Zhong Nanshan confirmou que a doença é transmitida entre humanos.

Mais da metade das províncias chinesas são afetadas, incluindo Pequim, Xangai e Shenzhen.

No dia 21 é detectado o primeiro caso nos Estados Unidos.

No dia 23 de janeiro, trens e aviões partindo de Wuhan foram suspensos, e as rodovias, bloqueadas.

Pequim anuncia o fechamento da Cidade Proibida após o cancelamento das festividades de Ano Novo na capital. Hong Kong relata seu primeiro caso suspeito.

A OMS reconhece "emergência na China".

No dia 24, são informadas duas mortes na China em uma região longe do epicentro da epidemia.

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