Publicado 08 de Dezembro de 2019 - 11h12

Por Agência Anhanguera de Notícias

Discussão na Câmara de Campinas sobre o projeto das escolas

Cedoc/RAC

Discussão na Câmara de Campinas sobre o projeto das escolas

A implantação do modelo cívico-militar em Campinas tem provocado uma mobilização inédita na cidade. Desde o anúncio — feito pelo Ministério da Educação no dia 24 de novembro —, entidades acadêmicas iniciaram movimento contra a iniciativa e se abriram discussões na universidade e na Câmara Municipal.

No dia seguinte ao anúncio, por exemplo, entidades como Associação de Docentes e da Pós-Graduação da Unicamp, Associação dos Especialistas do Quadro do Magistério da Rede Municipal (Assemec), Associação dos Professores da PUC Campinas, além de sindicatos de professores e coletivos de estudantes e de funcionários de universidades e das redes de ensino assinaram representação encaminhada ao Ministério Público, de repúdio à implantação do programa.

No documento — que contou com o apoio do presidente da Comissão de Educação da Câmara, vereador Gustavo Petta (PCdoB) —, os educadores dizem que a opção pelo modelo não pode ser uma questão de responsabilidade exclusiva de pais e do grupo gestor da unidade. Para eles, essa deve ser uma decisão de política educacional.

No início desta semana, a Faculdade de Educação da Unicamp promoveu seminário sobre o assunto, no qual ouviu vários especialistas. Na Câmara, o vereador Prof. Alberto (PL) também organizou um debate sobre o assunto.

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