Publicado 29 de Setembro de 2019 - 15h24

Por Estadão Conteúdo

Ana Sátila já havia garantido a primeira vaga do Brasil na canoagem slalom em Tóquio

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Ana Sátila já havia garantido a primeira vaga do Brasil na canoagem slalom em Tóquio

Ana Sátila e Pedro Gonçalves, o Pepê, conquistaram mais duas vagas olímpicas para o Brasil na canoagem slalom neste domingo (29). Eles participaram, respectivamente, das disputas da provas do C1 e K1 no Mundial da modalidade, que está sendo realizado em La Seu d'Urgell, na Espanha.

Pepê ficou na 24ª posição na semifinal do K1 masculino. A Federação Internacional de Canoagem (ICF, na sigla em inglês) destinou para o Mundial 18 vagas olímpicas para a sua prova e o brasileiro garantiu um lugar para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 porque outros países tinham mais de dois representantes e ele acabou ficando entre os 18.

"Acabei de conquistar a vaga olímpica na cidade de La Seu D'Urgell, na Espanha. Foi muito difícil, o nível estava muito elevado, mas a gente entrou com tudo na água. A gente mostrou que é brasileiro, a gente mostrou a força que tem e conseguiu conquistar essa vaga olímpica para o Brasil", celebrou Pepê, em vídeo divulgado no Twitter.

O checo Jiri Prskavec foi o campeão do K1 masculino, com os espanhóis David Llorente e Joan Crespo em segundo e terceiro, respectivamente.

Já Ana Sátila, que havia garantido a primeira vaga do Brasil na canoagem slalom em Tóquio ao avançar à semifinal da prova do K1 feminino - na final terminou em nono lugar -, foi ainda melhor. Ela disputou a final no C1 feminino neste domingo e fechou a prova em 10º. Com isso, também assegurou mais um lugar para a equipe nacional nas Olimpíadas.

O título da prova ficou com a alemã Andrea Herzog, que terminou pouco à frente da australiana Jessica Fox, a segunda. A austríaca Nadine Weratschnig fechou em terceiro lugar.

A Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa) terá até 10 dias após o Mundial para definir de qual das duas vagas Ana Sátila irá abdicar, pois um atleta só pode garantir uma única embarcação por país no Mundial. A vaga pertence, por enquanto, ao Brasil e para oficializar a sua ida a Tóquio a canoísta passará pela seletiva nacional em 2020.

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