Publicado 11 de Janeiro de 2019 - 5h30

De acordo com o delegado-chefe do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter 2), José Henrique Ventura, o inquérito que apura as causas do massacre na Catedral está quase finalizado. Resta apenas o depoimento de uma das vítimas — Jandira Prado Monteiro, mãe de Sidnei Vitor Monteiro, uma das vítimas fatais do ataque —, marcado para hoje pela manhã, além de alguns laudos no Instituto de Criminalística (IC). “Vamos ouvir a vítima, reiterar a urgência no encaminhamento dos laudos faltantes e pedir a dilatação do prazo ao juiz por mais 30 dias”, afirmou. Até o momento, as investigações apontam que o atirador responsável pelo ataque, Euler Fernando Grandolpho, sofria de transtornos mentais e “mania de perseguição”. Em várias anotações encontradas em seu quarto, havia textos com referências a atentados e frases em tom de ameaça, prometendo vingança contra algo. As duas armas de fogo utilizadas por ele no ataque eram frias, provavelmente tendo sido adquiridas no Paraguai. O atirador morreu em razão do disparo que fez contra o seu próprio ouvido, depois de ter matado outras cinco pessoas. (RP/AAN)