Publicado 08 de Dezembro de 2018 - 5h30

Uma procissão marcada para as 8h30 de hoje abre os festejos do Dia da Padroeira de Campinas. Os católicos vão caminhar da Basílica do Carmo até a Catedral Metropolitana. Na Catedral, às 9h, acontece a missa solene em louvor à Nossa Senhora da Conceição, que será presidida pelo monsenhor José Eduardo Meschiatti, administrador paroquial. Ao longo do dia, acontecem outras duas missas, às 12h15 e às 18h30.

A solenidade em louvor à santa é considerada a mais alta e preciosa festa que os católicos rendem a Maria. Desde a procissão, são esperados católicos de todas as paróquias subordinadas à Arquidiocese Campinas, assim como seminaristas e religiosos. Quem, por algum motivo, não puder comparecer à missa, pode acompanhar a transmissão pela TV Século 21 ou pela Rádio Brasil.

Neste ano, os festejos contam com uma atração especial. Desde ontem, os agentes pastorais trabalham na montagem do “bolo da padroeira”, gigante, que teve seus pedaços vendidos antecipadamente, ao longo da semana. A movimentação com as panelas aconteceu no Lar São Vicente de Paulo, abrigo que acolhe idosos na Vila Industrial. O bolo cortado em pedaços começará a ser distribuído na Catedral, após a missa, e até as 14h30.

O padre Amauri Thomazzi coordenou a produção do bolo, arregimentou a mão de obra católica voluntária e se entusiasmou com o resultado. A procura foi enorme e a festa vai acontecer de novo em 2019.

A ideia é tornar o bolo uma tradição, como já acontece na Paróquia de Santo Antônio. Aliás, até a receita é a mesma. A massa comum, pão de ló, é recheada com doce de leite, creme de confeiteiro, uva passa e nozes. Cobertura, chantili e nozes. E o católico, além de saborear o bolo, também var para casa, de presente, uma medalhinha da padroeira.

Imaculada Conceição

A Imaculada Conceição é, segundo o dogma católico, a concepção de Maria sem o pecado original. Desde o primeiro instante de sua existência, ela foi preservada por Deus, e manteve-se a vida toda livre de qualquer mácula. A crença se apoia na própria Bíblia, que detalha a visita do anjo Gabriel a Maria, a chamando de “cheia de graça”. Pelo dogma católico, Jesus tornou-se encarnado no ventre dela, que segundo a fé cristã era virgem.