Publicado 11 de Agosto de 2018 - 20h22

Por Henrique Hein

Jorge Luiz e Júlio César gostam de correr: provas em vários locais

Arquivo Pessoal

Jorge Luiz e Júlio César gostam de correr: provas em vários locais

Todos os pais querem ter filhos maravilhosos. Desejam que eles sejam afáveis enquanto crianças e que no futuro se comportem como pessoas responsáveis e úteis para a sociedade. Alguns agem de forma mais rígida, enquanto outros preferem ser mais carinhosos ou até superprotetores. Independentemente de qual seja a maneira de lidar com seus filhos, uma coisa é certa: para eles não há alegria maior do que ser pai. Neste Dia dos Pais, o Correio Popular destaca histórias de pais e filhos que desde muito cedo desenvolveram um vínculo intenso ligado por uma mesma paixão.

O aposentado Maxwel Alexandre Benedicto, de 62 anos, e o filho Gabriel Lourenço, de 8 anos, são fanáticos por futebol. Torcedores da Ponte Preta, os dois costumam frequentar os jogos da Macaca, no Estádio Moisés Lucarelli. “Sempre fomos muito apaixonados por futebol. Ele faz aulinhas no Clube do Regatas e na Escolinha da Ponte, enquanto eu tenho alguns grupos de amigos que sempre combinam de bater uma bola durante a semana ou de final de semana”, comenta o aposentado.

Para Benedicto, o amor que os dois têm pelo esporte fortalece a amizade entre pai e filho. “O Gabriel, além de ser um parceiro, é meu amigo acima de tudo”, define.

Além da paixão pelo futebol, outro esporte que seduz muitos campineiros é a corrida de rua. O professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Jorge Luiz Trabanco, de 62 anos, por exemplo, pratica corrida de rua três vezes por semana com seu filho Júlio César, de 26 anos, na Lagoa do Taquaral. “Corro há uns cinco anos e meu filho me acompanha há um ano e meio, mais ou menos. Além da corrida de rua, sempre estamos participando de provas, não só em Campinas” , comenta.

O docente, contudo, explica que o hobby, na verdade, só passou a estar presente na vida dos dois por causa de um problema de saúde. “Comecei a correr por uma necessidade. Estava acima do peso e tinha dificuldade para conseguir dormir. Foi quando meu médico me recomentou correr. Com o tempo, meu filho começou a me acompanhar”, lembra. De acordo com Trabanco, os dois participam com frequência de provas, sempre sob orientação de profissionais. “Já chegamos a ir para São Vicente e Brotas. Este ano vamos participar de uma prova em Jaguariúna e no ano que vem pretendemos ir para uma reserva indígena, na cidade de Boraceia, interior de São Paulo”, revela. 

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Henrique Hein