Publicado 10 de Agosto de 2018 - 19h08

Por Agência Anhanguera

Investigadores do 10º Distrito Policial (DP) de Campinas identificaram e indiciaram na manhã desta sexta-feira (10) , um pintor de 36 anos por estelionato e uso de dinheiro falso

Divulgação/Polícia Civil

Investigadores do 10º Distrito Policial (DP) de Campinas identificaram e indiciaram na manhã desta sexta-feira (10) , um pintor de 36 anos por estelionato e uso de dinheiro falso

Investigadores do 10º Distrito Policial (DP) de Campinas identificaram e indiciaram na manhã desta sexta-feira (10), um pintor de 36 anos por estelionato e uso de dinheiro falso. Weliton Macedo da Silva negociou na internet e comprou por R$ 1.150,00 um celular S7 da marca Samsung, com notas falsas compradas no camelô na região central da cidade. Ele foi localizado a partir da placa do carro que usou para encontrar com a vítima, um estudante de direito de 36 anos. O suspeito prestou depoimentos e responderá pelo crime em liberdade. Segundo o chefe de investigação, Marcelo Hayashi, as apurações seguem para identificar quem estão comercializando esses dinheiros falsos.

Os policiais chegaram ao pintor após denúncias do universitário, na manhã de ontem. Ele relatou que negociou o aparelho através do site OLX e marcou a entrega após a aula, na noite do último dia 8. O valor foi pago com notas de R$ 50 e R$ 100. "A vítima disse que o indiciado contou as notas em sua frente e o entregou. A vítima, com pressa para formatar o celular, guardou o dinheiro no bolso e só percebeu que as notas eram falsas em sua casa", disse Hayashi.

Na manhã de anteontem, o estudante registrou boletim de ocorrência e forneceu o número da placa do veículo usado pelo pintor. Com base na informação, os policiais civis conseguiram identificar o dono do carro e o endereço. Ontem pela manhã, os investigadores foram no endereço. "Foi detido o proprietário do veiculo Hyundai Azera de cor preta, que relatou que havia emprestado o veiculo a um amigo e assim nos levou ao autor do crime", contou Hayashi.

De acordo com o chefe de investigação, Silva Informou que adquiriu R$ 1.350,00 em notas falsas ao valor de R$ 300,00 - negociação essa conhecida entre os camelôs de 5 por 1. Ele ainda relatou aos policiais que da negociação ainda sobraram R$ 200,00 falsos, que acabou jogando fora logo após a compra do aparelho, por temer ser preso em uma blitz policial. "É necessário estar sempre atentos a compra e vendas através de sites. Quem compra, primeiro deve consultar sempre o produto e preço. Confirmar dados de quem está comprando ou vendendo para não ser enganado", orientou Hayashi, frisando que quem recebe, deve pegar e conferir a cédula para verificar se é verdadeira. "Erros de impressão e numerações iguais mostram a fraude", salientou.

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