Publicado 01 de Janeiro de 2018 - 17h06

Por Adagoberto F. Baptista

íúÍíVirgínia Alves

DA AGÊNCIA ANHANGUERA

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A chegada de um novo ano sempre traz a esperança de dias melhores, mas para algumas famílias o Ano Novo fica ainda mais especial com a chegada de um novo membro. Deyvid Vasconcelos foi o primeiro bebê nascer em Campinas, ele chegou as 00h15, no Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM).

A mamãe Larissa Vasconcelos, de 20 anos, mora no bairro Padre Anchieta e contou que o nascimento do primeiro filho estava previsto para acontecer no dia 29, mas ele esperou o novo ano para chegar. Deyvid nasceu com 2.870kg, medindo 47,5 e por um parto via cesárea. Com um sorriso estampado no rosto, Larissa deseja muita paz e saúde para a nova fase da vida.

Sophia Castro Silva também esperou virar o ano para chegar. Pesando 3.120kg e medindo 45cm, ela nasceu 3h45 via parto normal. Tamara Silva Costa, de 23 anos, estava com 41 semanas de gestação e contou que foi pega de surpresa com o nascimento da filha bem na noite de Ano Novo. “Eu comecei a sentir dor ainda durante o dia, quando não aguentei mais vim para o hospital e depois de 45 minutos ela já nasceu”, contou.

A expectativa da mamãe é apresentar Sophia ao irmãozinho de 3 anos. “Ele está bem preparado e animado para receber ela”, contou. Para a moradora do bairro Campo Belo, a chegada da Sophia indica de que 2018 será um ano especial. “Ter um filho no primeiro dia do ano só mostra que teremos coisas boas. Ela é muito boazinha!”, comemorou.

Unicef

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgou que cerca de 386 mil bebês podem ter nascido no primeiro dia de 2018. A Unicef divulgou ainda que o Brasil tem se destacado quando o assunto reduzir a mortalidade infantil e na infância.

Segundo os dados, a taxa de mortalidade de menos de um ano foi reduzida em mais de 25% entre 2005 e 2015. O estudo mostra ainda que em 2015 mais de 37,5 mil crianças morreram antes de completar o primeiro ano de vida. As maiores vítimas no País são as crianças indígenas. “Elas têm mais que o dobro de chance de morrer antes de completar um ano do que as outras crianças brasileiras”, afirma o comunicado.

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Adagoberto F. Baptista