Publicado 03 de Janeiro de 2018 - 19h05

Os números absurdos conquistados pela Globo se devem, evidentemente, a eficácia de bem produzir e a inquestionável competência dos seus profissionais.

Mas também, e principalmente, a sua capacidade de organização e planejamento. Há uma indiscutível ordem em tudo, fazendo com que nada se desenvolva sem os merecidos estudos e cuidados. Tudo o que não acontece na concorrência.

Olha, por exemplo, o caso da Record. Escolheu uma novela para substituir Belaventura, contratou elenco, encontrou um título, Topíssima — no mínimo incomum e, de um dia para o outro, resolveu que “não ia brincar mais”.

E isso sem nenhuma comunicação oficial até agora. Está tudo no ar, deixando a todos que estavam envolvidos com ela meio sem saber o que fazer da vida.

Falta de juízo, de profissionalismo e excesso de amadorismo.

Pode dar certo desse jeito? Qual a chance de, um dia, a Globo vir a ser incomodada por alguém?