Publicado 22 de Julho de 2016 - 19h38

Por Carlos Augusto Rodrigues da Silva

Há 63 dias, o técnico Marcelo Chamusca fazia sua primeira partida no comando do Guarani. Um turno inteiro da Série C do Campeonato Brasileiro passou e hoje o time revê o Guaratinguetá, adversário daquela estreia, em situação bem diferente da imaginada antes do início do torneio. Só que, mais do que a boa campanha, é a evolução e o amadurecimento da equipe que o treinador julga como as principais virtudes apresentadas pelo time.

O comandante cita esses aspectos, sobretudo, por conta da preparação às pressas do Bugre. Com elenco reformulado, o clube viu muitas peças chegarem já às vésperas do começo do campeonato. “Nós não tivemos, com esse grupo, a oportunidade de fazer jogo-treino, de possibilitar uma evolução em condições melhores”, explica Chamusca. “O time foi evoluindo rodada a rodada. Foram acontecendo os erros e as correções sendo feitas”.

No saldo atual, o Guarani que se apresenta é uma equipe muito sólida defensivamente – não à toa é o time menos vazado da Série C – e cujo setor de criação e ataque ainda tenta se acertar. “À exceção do jogo contra o Mogi Mirim, em que fizemos muito pouco, no restante das partidas tivemos produção relativa. E contra o Ypiranga tivemos equilíbrio e consistência. Isso mostra que estamos amadurecendo”, opina o treinador.

Com padrão de jogo linear, Chamusca espera um Bugre ainda mais encorpado daqui pra frente. “O time tem um padrão e isso permite que quem entre se insira nisso. Esse é o ponto mais forte para que façamos um segundo turno do mesmo nível do primeiro e possamos conquistar o primeiro objetivo, que é a classificação”. (CR/AAN)

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Carlos Augusto Rodrigues da Silva