Publicado 20 de Julho de 2016 - 17h33

Por Da agência ANSA/ Brasil

 Na Itália, a Galeria Uffizi , em Florença, foi ocupada por uma

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Na Itália, a Galeria Uffizi , em Florença, foi ocupada por uma "infestação" de Pokémons

O novo aplicativo "Pokémon Go" já virou um sucesso entre os fãs do game criado pela Nintendo nos anos 1990. Na Itália, a Galeria Uffizi , em Florença, foi ocupada por uma "infestação" de Pokémons.

De acordo com os funcionários, uma espécie mais antiga dos monstrinhos, o "Bulbasaur", foi localizada nos corredores, atrás das estátuas e nos escritórios do local.

"Desta vez é uma infestação de Pokémons e não por carrapatos. Menos mal que é totalmente virtual", brincou o diretor do museu Eike Schmidt.

A invasão dos animais coloridos na galeria teve início com o aparecimento do "Rattata". No entanto, mais espécies foram vistas em outros pontos turísticos de Florença como na Loggia dei Lanzi, no Palazzo Pitti e nos jardins de Boboli.

A propagação do jogo, que faz com que os usuários procurem um Pokémon em ambientes reais, tem causado comoção no mundo inteiro. Em alguns países, o aplicativo foi proibido por ser considerado uma ameaça para a segurança e religião.

Na Arábia Saudita, uma fatwa (decreto islâmico) de 2001 - que considerava a franquia Pokémon anti-islâmica - foi renovada.

De acordo com as autoridades religiosas islâmicas árabes, o Pokémon promove o pecado e as mutações das criaturas no jogo são uma blasfêmia, no sentido em que promove a teoria da evolução.

O primeiro decreto foi criado há 15 anos contra o jogo de cartas. Segundo a fatwa, os símbolos usados no game da Nintendo promove maçonaria, xintoísmo e cristandade. 

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