Publicado 21 de Julho de 2016 - 21h42

Por Paulo Santana

O experiente Wendel venceu a disputa particular com o jovem Matheus Jesus

Rodrigo Ceregatti/PontePress

O experiente Wendel venceu a disputa particular com o jovem Matheus Jesus

Sexta-feira (22) é dia de mais um treino fechado na Ponte Preta. Só que desta vez, o técnico Eduardo Baptista não tem dúvida a respeito dos 11 titulares que enfrentarão o Internacional, domingo (24), às 11h, no Moisés Lucarelli. Tudo já está definido com Nino Paraíba na lateral-direita, Roger no ataque e os recém-chegados Wendel e Maycon formando o trio de volantes com João Vítor, que retorna de suspensão.

O detalhe que justifica o clima de mistério é que o treinador pretende utilizar o tempo restante de preparação para definir a melhor estratégia visando não tomar gol do Colorado, que vem de cinco derrotas consecutivas e igualou a sua pior série de resultados negativos na história do Campeonato Brasileiro. “Eles virão para vencer de qualquer jeito porque estão num momento complicado”, alerta o atacante Clayson. “Nós estamos brigando lá em cima na tabela e temos que impor nosso ritmo. Não podemos pensar no adversário e nem na fase dele”, completa.

Para o jovem Maycon, que viveu a curiosa experiência de ser apresentado depois de ter estreado, “futebol é lutar contra tudo e contra todos” em qualquer momento da competição. “Temos que mostrar nosso melhor dentro de campo. Vamos jogar para vencer. Estava jogando com atletas muito mais velhos que eu no Corinthians, mas sou um cara que quer aprender. Espero poder ajudar a Ponte a crescer no Brasileiro”, diz.

O experiente Wendel venceu a disputa particular com o jovem Matheus Jesus e garante que a concorrência é saudável no elenco. “São todos companheiros e não os considero como adversários. A Ponte tem um grupo qualificado e a gente sabe que todo mundo vai jogar. Quando se tem um elenco qualificado, o treinador tem mais opções para escalar”, considera o jogador, que também foi apresentado depois de estrear.

A Macaca deve entrar em campo com João Carlos; Jeferson, Douglas Grolli, Fábio Ferreira e Reinaldo; João Vítor, Wendel e Maycon; Rhayner, Roger e Clayson.

Escrito por:

Paulo Santana