Publicado 10 de Novembro de 2015 - 16h49

Por Vilma Gasques - Especial para Metrópole

tecnologia

Diogo Zacarias/Especial para a Metrópole

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No contexto escolar atual, é impensável para os alunos desenvolverem seus trabalhos sem a ajuda de um computador, seja para buscar informações, interagir com os amigos ou editar seus textos. Para os professores, o uso da tecnologia transformou as pilhas de cadernos, agenda e planilhas de papel em arquivos digitais, que facilitam o fechamento de notas, o controle de presença, a emissão do histórico de alunos e a preparação de provas.

Porém, é na sala de aula que a presença de alguns recursos tecnológicos ocupa um lugar de destaque. De acordo com a professora de língua portuguesa Renata Beduschi de Souza, é evidente a insatisfação dos alunos em relação a aulas ditas tradicionais – ou seja, aquelas expositivas, nas quais são utilizados apenas o quadro-negro e o giz. No artigo O Uso das Tecnologias na Educação, escrito para o portal do Grupo A, que engloba diversas editoras, a especialista afirma que o aprender simplesmente por aprender já não existe. Os alunos, nos dias de hoje, querem entender exatamente porque e para que precisam aprender determinado assunto.

“A internet invade nossos lares com todas as cores, movimentos e velocidade, fazendo o impossível tornar-se palpável, como navegar pelo corpo humano e visualizar a Terra do espaço sem sair do lugar. É difícil, portanto, prender a atenção do aluno em aulas feitas do conjunto lousa + professor. A aula pode entusiasmar os alunos de maneira ao menos parecida com que são excitados pelos jogos e filmes de alta qualidade em efeitos especiais. Aulas modernizadas pelo uso de recursos tecnológicos têm vida longa e podem ser adaptadas para vários tipos de alunos, de diferentes faixas etárias e diversos níveis de aprendizado. O trabalho acaba tendo um retorno muito mais eficaz”, defende Renata.

Ela lembra ainda que é importante que haja uma revolução também na capacitação do docente para não somente utilizar o computador em sala de aula, mas, sim, usar a tecnologia de forma a tornar a aula mais envolvente, interativa, criativa e inteligente.

Foto: Diogo Zacarias/Especial para a Metrópole

Sala de aula da Escola Salesiana São José: projetores interativos estão entre os recursos tecnológicos

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Foto: Diogo Zacarias

Colégio vem investindo para tornar-se uma escola conectada

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Foto: Diogo Zacarias/Especial para a Metrópole

Débora Noemi, professora da unidade Valinhos: a primeira do País a obter a certificação Microsoft Certified Educator

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Vilma Gasques - Especial para Metrópole