Publicado 09 de Novembro de 2015 - 19h05

Você já ouviu dizer que Wes Anderson é um cineasta estranho. De fato, os filmes dele não são muito palatáveis ao grande público. Ainda assim, Grande Hotel Budapeste (Telecine Premium, 22h10, 14 anos), conseguiu emplacar nove indicações ao Oscar (levou quatro), depois de ter sido premiado em Berlim e no Globo de Ouro, entre outros, e alcançou a proeza de ser visto por um público mais amplo. No Brasil, alcançou a notável cifra de 322 mil espectadores — para Anderson, um número e tanto. O filme está em reprise na TV paga — hora de ver ou rever e fazer nova avaliação. Para mim, não é melhor trabalho dele (sou apaixonado por Moonrise Kingdom, de 2012). No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu (Ralph Fiennes) conhece um jovem empregado (Tony Revolori) e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século 20. Aposte.