Publicado 09 de Novembro de 2015 - 22h18

Por João Nunes/Especial para o Correio Popular

Cena do filme 'O Grande Hotel Budapeste', de Wes Anderson

Divulgação

Cena do filme 'O Grande Hotel Budapeste', de Wes Anderson

Você já ouviu dizer que Wes Anderson é um cineasta estranho. De fato, os filmes dele não são muito palatáveis ao grande público. Ainda assim, 'Grande Hotel Budapeste' - cartaz do Telecine Premium nesta terça-feira (10), às 22h10 - conseguiu emplacar nove indicações ao Oscar (levou quatro), depois de ter sido premiado em Berlim e no Globo de Ouro, entre outros, e alcançou a proeza de ser visto por um público mais amplo. No Brasil, alcançou a notável cifra de 322 mil espectadores — para Anderson, um número e tanto.

O filme está em reprise na TV paga — hora de ver ou rever e fazer nova avaliação. Para mim, não é melhor trabalho dele (sou apaixonado por 'Moonrise Kingdom', de 2012). No período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu (Ralph Fiennes) conhece um jovem empregado (Tony Revolori) e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século 20. Aposte.

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João Nunes/Especial para o Correio Popular