Publicado 14 de Outubro de 2015 - 23h14

Por Paulo César Dutra Santana

A Ponte Preta comemorou ontem a segunda vitória do ano sobre o Palmeiras em sua nova casa. Se a primeira, valendo pelo Paulistão pelo mesmo placar de 1 a 0, já foi muito comemorada, a de ontem mereceu uma festa ainda maior. Além de mostrar que não sentiu a saída do treinador Doriva, praticamente tirou qualquer risco de rebaixamento do time campineiro.

“Suportamos a pressão inicial, que sabíamos que seria intensa. Fizemos uma partida perfeita e saimos com um excelente resultado positivo”, comentou o lateral-esquerdo Gilson. “Nossso time mostrou que tem propriedade. Foi ousado e provou porque é forte quando joga em casa e porque vai para cima dos adversários quando está fora”, completou o goleiro Marcelo Lomba.

O zagueiro Renato Chaves destacou a obediência tática da equipe. “A gente sabe como deve jogar quando está fora de casa. Fizemos o gol em uma das poucas oportunidades que tivemos e, depois conseguimos defender bem e segurar quando era preciso”, diss.

Para o atacante Borges, a Macaca atravessa um período mágico. “O resultado comprova o momento que vivemos. Esta é uma equipe que não tem vaidade. Todos estão de parabéns pela superação e pelo comprometimento. Se continuar assim, poderemos chegar mais longe do que muita gente pensa”, cogita.

O jovem Felipe Moreira, que fez sua primeira partida como técnico de uma equipe profissional de futebol, dividiu os louros do resultado positivo. “A vitória não é minha. É da Ponte Preta, dos jogadores, de toda comissão técnica e da diretoria. Não teve nenhum destaque especial, até porque todos se empenharam e se dedicaram por completo”, disse. Quesitonado se pretende ser efetivado no cargo, Felipe foi taxativo: "O que a diretoria decidir, eu vou fazer porque estou aqui para servir à Ponte Preta". (Paulo Santana/Da Agência Anhanguera)

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Paulo César Dutra Santana