Publicado 15 de Outubro de 2015 - 12h12

Por Agência Estado

Doriva lamentou a sua estreia com derrota para o Fluminense e afirmou que time precisa evoluir para pensar em título da Copa do Brasil

Rubens Chiri / saopaulofc.net

Doriva lamentou a sua estreia com derrota para o Fluminense e afirmou que time precisa evoluir para pensar em título da Copa do Brasil

O técnico Doriva chegou ao São Paulo na última semana para comandar o time na reta final da temporada e logo na estreia no cargo, nesta quarta-feira (14), viu o time perder para o Fluminense e causar preocupação. Segundo o treinador, o futebol apresentado na derrota por 2 a 0 no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, está muito abaixo do necessário para o time se dar bem na reta final da temporada.

Até o fim do ano a equipe vai disputar vaga na Copa Libertadores tanto pelo Brasileirão, como na Copa do Brasil, torneio em que o São Paulo está na semifinal. "Temos que estar prontos. Se ambicionamos essa conquista, temos que nos mobilizar e se entregar. Para ser campeão, precisa de um pouco mais do que apresentamos hoje (quarta-feira)", explicou Doriva.

O treinador estreante assumiu o time durante uma das maiores crises políticas da história do São Paulo, com a renúncia do presidente Carlos Miguel Aidar e denúncias graves de irregularidades. O elenco garante não ter sido afetado pelas turbulências, porém pesou no Rio o pouco tempo de trabalho do treinador. Foram apenas cinco sessões de treinos sob o comando de Doriva.

"Obviamente que quando há uma filosofia implantada, demora um tempo para colocar suas ideias. Tivemos essa semana para trabalhar e ainda tem muita coisa que o elenco precisa assimilar. Isso vai com o tempo", afirmou.

As principais mudanças do técnico em pouco tempo no São Paulo foram acabar com o rodízio entre os titulares e a improvisação de jogadores em posições diferentes, duas características marcantes do seu antecessor, Juan Carlos Osorio.

Um antigo problema no time já chamou a atenção de Doriva. A falta de líderes entre os jogadores de linha. "É um grupo que não fala muito dentro de campo. O Rogério é um líder, mas fica atrás. No meio do campo não tem isso, já identificamos e vamos tentar melhorar. Os atletas têm que conversar mais, se orientar, até para ajudar os companheiros, principalmente os mais jovens".

Escrito por:

Agência Estado