Publicado 14 de Outubro de 2015 - 23h42

Por Carlos Rodrigues

O zagueiro Gladstone é um dos alvos da diretoria para o time de 2016

Carlos Sousa Ramos/AAN

O zagueiro Gladstone é um dos alvos da diretoria para o time de 2016

Com algumas renovações já confirmadas — casos dos laterais Oziel e Denis Neves e do meia Fumagalli — e outras bem encaminhadas, o Guarani espera até o final de semana resolver a situação de pelo menos mais três jogadores para ter praticamente uma base "titular" pronta e não ter que se preocupar com mais urgência na busca por reforços.

Estão entre esses alvos os zagueiros Pitty e Gladstone, além do atacante Clementino. Todos eles fazem parte dos planos do técnico Pintado, já receberam uma proposta do clube, mas ainda não definiram suas situações. Em todos os casos, a parte financeira é o que separa a renovação.

Na política do Guarani para o ano que vem de trabalhar com uma folha salarial mais enxuta, esses atletas teriam que topar reduzir seus vencimentos. Gladstone, por exemplo, publicamente afirmou ter recebido uma proposta de um clube de Série A, mas espera um plano de carreira do Guarani para negociar a permanência. Já o atacante Clementino não concordou com a primeira oferta bugrina e fez uma contraproposta, que ainda não foi respondida pelo clube.

Punição

Apesar de não ter sido punido com a pena máxima por conta dos fatos ocorridos no duelo com a Portuguesa, o Guarani estuda recorrer contra os dois jogos com portões fechados impostos pelo STJD a serem cumpridos apenas na Série C do Campeonato Brasileiro do ano que vem.

O clube acredita que por ter identificado dois dos agressores — um deles sócio patrimonial e que sofrerá uma medida disciplinar — não seria justo condenar a instituição.

Além dos dois jogos, o Bugre levou uma multa de R$ 16 mil, sendo R$ 1 mil por ter entrado em campo atrasado, R$ 5 mil pela falta de energia nos vestiários do visitante e R$ 10 mil pela invasão aos camarotes onde estavam dirigentes da Lusa.

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Carlos Rodrigues