Publicado 14 de Outubro de 2015 - 18h24

Dirigente também afirmou que está satisfeito com o Campeonato Paulista e, inclusive, já acertou a ampliação do acordo de venda dos direitos de transmissão dos jogos da equipe no Estadual por mais seis temporadas

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Dirigente também afirmou que está satisfeito com o Campeonato Paulista e, inclusive, já acertou a ampliação do acordo de venda dos direitos de transmissão dos jogos da equipe no Estadual por mais seis temporadas

O presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, afirmou nesta quarta-feira (14) que foi chamado para participar da Liga Sul-Minas-Rio, mas não aceitou o convite. A declaração foi feita durante audiência pública da CPI do Futebol, no Senado.

“Fui convidado para participar da Liga e neguei de imediato. Sou a favor de uma liga, mas que contemple todos os clubes, não só meia dúzia. Não sei de onde eles vão tirar datas para que se façam os jogos do Sul-Minas-Rio, porque o nosso calendário é tomado e você não consegue fazer um amistoso sequer para conseguir uma receita extra. Nem uma transferência de jogo a CBF autoriza, porque tem que cumprir o calendário religiosamente, de acordo com o que é publicado”, disse.

O dirigente também afirmou que está satisfeito com o Campeonato Paulista e, inclusive, já acertou a ampliação do acordo de venda dos direitos de transmissão dos jogos da equipe no Estadual por mais seis temporadas. As cotas pagas pela Federação Paulista de Futebol são as maiores do País, enquanto que a Liga Sul-Minas-Rio ainda negocia com emissoras interessadas no torneio.

“O Corinthians está muito feliz com o campeonato regional. Acabamos de renovar o nosso vínculo com a televisão para mais seis anos. Então, não iríamos romper o que a gente tem de certo por uma coisa incerta e não sabida”, disse o dirigente.

Roberto de Andrade aproveitou o depoimento aos senadores para se defender da transferência de Guerrero para o Flamengo e lembrou que o Corinthians é líder do Campeonato Brasileiro mesmo sem o peruano. “Eu não podia andar na rua, porque todos queriam a renovação do Guerrero. Ele é um grande jogador, não discuto isso mas, se tivesse sido feita a renovação naquele momento, eu estaria quebrando o clube. Eu falei não. Não sei se Deus me ajudou por estar no caminho certo, mas agora estamos liderando o Campeonato Brasileiro sem a presença deste grande jogador que é o Guerrero.”