Publicado 13 de Outubro de 2015 - 11h59

Por Carlos Rodrigues

O presidente do Guarani, Horley Senna, espera que ainda nesta primeira quinzena de agosto todas as dívidas na Justiça Trabalhista estejam pagas

César Rodrigues/AAN

O presidente do Guarani, Horley Senna, espera que ainda nesta primeira quinzena de agosto todas as dívidas na Justiça Trabalhista estejam pagas

O Guarani vai nesta terça-feira a julgamento na 2ª Comissão Disciplinar do STJD por conta dos episódios ocorridos na partida contra a Portuguesa, no dia 14 de setembro, pela Série C do Campeonato Brasileiro. A audiência está marcada para 17h, no Rio de Janeiro.

Denunciado pela procuradoria, o Bugre já teve o Brinco de Ouro interditado por tempo indeterminado e corre o risco de perder até dez mandos de campo. Isso por conta dos problemas daquela partida. Na súmula, o árbitro Vinícius Gonçalves Dias Araújo relatou a falta de energia no vestiário da Portuguesa e também que os dirigentes lusitanos teriam sido agredidos pela torcida bugrina.

Com isso, o clube foi denunciado por quatro infrações (atraso, desordem, deixar de manter o local da partida com infraestrutura necessária e por descumprir o regulamento da competição). O responsável por defender o Bugre será o advogado Osvaldo Sestário, que disse não acreditar em pena máxima, apesar da gravidade das acusações.

“Não acredito nisso. Nós temos por base no Brasil em termos de pena máxima aquele jogo entre Coritiba x Fluminense, em 2009. E o que aconteceu na partida do Guarani foi bem longe daquilo”, explica. “Não sei se vai ser possível conseguir a absolvição, mas acho que dá para ser uma pena razoável”.

Na defesa, serão usados depoimentos do presidente Horley Senna e do responsável pela administração do estádio. Além disso, serão apresentados os laudos que indicam que o estádio possui segurança para receber jogos.

Além do clube, o presidente Horley Senna também está na mira do tribunal. Enquadrado em três artigos, o dirigente pode tomar uma multa de até R$ 300 mil, além de suspensão de até 480 dias.

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Carlos Rodrigues