Publicado 12 de Outubro de 2015 - 19h05

Seguindo a regra geral desta coluna, em dia de falta de boas opções e recheado de reprises, aposte num clássico ou num bom filme antigo. Neste caso, o nem tão bom, mas afetivo: Love Story - Uma História de Amor (Telecine Cult, 18h05, livre), de Arthur Hiller (1970). O filme é o equivalente ao sucesso de hoje de A Culpa é das Estrelas (Josh Boone, 2014). Eu o devo tê-lo assistido umas dez vezes na época e chorava em todas as sessões. Pudera, veja só a sinopse: o jovem de família muito rica e estudante de Direito, Oliver (Ryan O’Neal), se apaixona pela estudante de música Jennifer (Ali MacGraw), e se casam. O drama é que o pai do rapaz não aceita a nora porque ela é pobre e deserda o filho. Para piorar o que já estava ruim, a moça tenta engravidar e não consegue; vai então fazer exames e descobre que tem um câncer terminal. E há uma frase que era o ápice do amor deles depois de uma briga em que ela pede perdão: “Amar é jamais ter de pedir perdão”, ele diz. É ou não é pra chorar? Embalam as lágrimas a música de Francis Lai, que ganhou o Oscar.