Publicado 12 de Outubro de 2015 - 19h05

A Fazenda, da Record, tem os problemas clássicos dela, que todos conhecemos. Não temos tempo, paciência ou espaço para repetir, mas a edição atual está cometendo um erro de princípio com o Roberto Justus, pelo menos neste começo de mais uma edição. O teleprompter para ele, se for o caso, deve ser usado apenas para a transmissão de informações referenciais e não como tem acontecido, fazendo do Justus um refém do roteiro e daquilo que está escrito. Espontaneidade é tudo neste tipo de programa. Tem que haver, para o bem de todos, esse exercício mais frequente de comunicação e improviso. Pode ter certeza que o Justus é capaz. Isso é insegurança de diretor, que acaba transmitindo para o apresentador. Não por acaso, os nossos principais comunicadores, como Silvio Santos e Fausto Silva, nunca aceitaram trabalhar com TP na frente ou mesmo com alguém buzinando em seus ouvidos. A velha e boa dália é que aparece de vez em quando. E olhe lá.