Publicado 11 de Outubro de 2015 - 0h48

Eduardo Gregori

Janaína Ribeiro/Especial para a ANN

Eduardo Gregori

Foto: Janaína Ribeiro/Especial para a ANN

Eduardo Gregori

Eduardo Gregori

Crise! Essa palavra de duas sílabas tem dominado todos os espaços no nosso dia a dia. Seja do papo no supermercado aos noticiários. E essa crise, claro, chegou ao setor aéreo com cancelamentos de voos e rotas, como tenho noticiado regularmente aqui e no canal de turismo do Correio.com.

Porém, nesse cenário pessimista, a Azul vem encontrando espaço para crescer. Se a companhia aérea recuou em voar para Nova York, por outro lado busca soluções para crescer. Na semana que passou, a empresa fez dois anúncios importantes para o conforto de seus passageiros. Primeiro, passará a servir café da manhã nos voos entre 5h e 10h. Todos sabemos que, principalmente em um cenário de crise, as empresas querem cortar gastos. Imagino que a Azul tenha avaliado que, seu maior benefício frente à concorrência, é fazer um afago ao seu passageiro. Simpatia normalmente gera fidelização.

Além disso, a Azul divulgou o acordo que firmou com a JetBlue. Se não vai voar por conta própria para Nova York , a companhia garante, através da parceria, acesso a seus passageiros a mais de 190 destinos. Outra notícia boa é que as duas companhias vão honrar em seus voos domésticos, a mesma franquia de bagagem válida para viagens internacionais. A atitude de David Neeleman, fundador das duas empresas, mostra que a contramão, muitas vezes, pode ser o caminho mais correto.