Publicado 12 de Outubro de 2015 - 21h15


Janaína Ribeiro/ Especial para a ANN

Os presidentes dos conselhos regionais de Medicina, Bráulio Luna Filho, e de Enfermagem, Fabíola de Campos Braga Mattozinho, pediram ao secretário estadual de Segurança Pública, Alexandre de Moraes, a adoção de medidas para reduzir a agressão a profissionais de Saúde no Estado. Segundo o Coren-SP, mais de 70% dos profissionais de enfermagem já sofreram algum tipo de agressão. Na Capital, além disso, sete em cada dez médicos já foram vítima de violência em serviço.

Denúncias

Alexandre de Moraes disse que, de início, a secretaria se propõe a abrir um canal de comunicação com a pasta da Saúde do Estado que possibilite mais agilidade e segurança para os gestores denunciarem casos de violência. “Assim possibilitaremos que os profissionais tenham um canal competente para que denunciem episódios de violência e tenham retorno rápido, sem medo de represálias”, diz a presidente do Coren-SP, Fabíola Mattozinho.

Comunidade

O secretário Alexandre de Moraes se dispôs a envolver os Conselhos Comunitários de Segurança nesse debate. Os Consegs são formados por grupos de pessoas do mesmo bairro ou município, que se reúnem para discutir e analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas.

Mapa

Cremesp e Coren-SP se comprometeram também a mapear regiões com mais situações de conflito, para que o Estado possa atuar na formatação de um modelo para melhorar a segurança de médicos e profissionais de enfermagem em todo o território paulista.

Por aqui

Casos de violência envolvendo profissionais de saúde também são comuns na região. Em maio deste ano, por exemplo, um técnico de farmácia foi agredido por uma mulher no Centro de Saúde Santa Odila, em Campinas. Também há constantes relatos de roubos e furtos de funcionários nas unidades.

Comprovante

O vereador Edison Ribeiro (PSL) quer que as contas de água tragam a identificação do CEP do usuário. Segundo ele, a mudança auxiliaria o morador que precisa apresentar comprovante de residência — atualmente, os boletos da Sanasa não trazem a informação. Embora outros serviços tragam o código postal (telefonia e energia elétrica, por exemplo), a conta de água seria uma opção a mais, segundo o vereador

Prazo

A Sanasa teria seis meses para se adequar a lei, caso ela seja aprovada. Amanhã, a Câmara avalia o projeto em primeira discussão.

Sumaré

A Prefeitura de Sumaré estendeu o prazo para adesão à opção de parcelamento em três vezes do Refis, lançado há duas semanas. O contribuinte inadimplente que quiser pagar seus débitos municipais vencidos até o final de 2014 e não pagos poderão aderir ao programa, nesta opção, até 30 de outubro. A ampliação se deu por causa da recente greve dos servidores na cidade.

Estacionamento justo

Projeto que tramita na Câmara de Campinas quer disciplinar a cobrança em estacionamentos particulares da cidade. Pela proposta, o preço base do local que cobra por hora continua sendo fixado dentro dos primeiros 60 minutos. Contudo, encerrada a primeira hora, os estabelecimentos deverão calcular o valor proporcional ao tempo real de permanência e não mais “arredondar” os valores para hora inteira. A proposta é do vereador Zé Carlos (SD), e foi aprovada em primeira discussão na última quarta-feira.