Publicado 10 de Setembro de 2015 - 5h30

Segundo a agência de classificação de risco Fitch, o mau desempenho do Brasil "está se tornando estrutural". Trocando em miúdos, Dilma não tem a governabilidade necessária para nos tirar da crise econômica. Nada de novo sobre a lama corrupta, portanto.

E por baixos dos panos da ladroagem corrupta, a presidente Dilma Rousseff se blindou durante o último Sete de Setembro: desfilou em carro aberto em Brasília entre paredes de aço, tudo para não ver o povo panelar, apitar e exibir cartazes “Fora, Dilma!”. Melhor faria se ficasse em casa costurando, pregando botões ou fazendo um bolo mineiro. Conselho besta: Dilma sequer saber fritar um ovo. E de boba ela só tem o andado. E sempre é bom lembrar que Dilma conseguiu falir uma empresa de 1,99 em Porto Alegre. E isso sem contar que ela mentiu quando disse que era doutorada em economia pela Unicamp. Fato que bem nos dizia da mentira que ela pregaria ao País, anos depois.

Lula já era. Se bem que ele nos ameaça com a sua volta. Vorta, Lulla! Vorta, Lulla! Qualquer tabaréu já sabe que o danado é um filho da mentira, um oportunista que usou a política para se transformar no mais supimpa e rico metalúrgico do País; e que quebrou o País; e nos fez refém da sua ignorância. Por favor, Lulla, volte a ser candidato! E você conhecerá o caminho mais curto para o ostracismo político, ao inferno dos nossos livros de História.

Dilma Rousseff, a presidente, sempre se ufanou da sua luta, mentirosa, em defesa da liberdade, que sofreu torturas (e isso é abominável a qualquer um), mas, falando sério: quando foi que um comunista acreditou em democracia, hein? É uma outra mentira dela. E de mentira em mentira eis Dilma Rousseff em vias de fazer uma renúncia moral, em vista dos fatos administrativos, e, mais ainda, porque não consegue sequer governar a sua própria cozinha política, e bem sei que o raro leitor sabe que não estou aqui a fazer uma pobre ironia a respeito, visto que não sou escrivão de lustrar argumentos com muretagens intelectuais - mesmo porque ganho o meu pão com o salário que a empresa me paga e não com o futuro salarial das penas pagas a muitos jornalistas de meia-tijela, laranjas de todos os corruptos que roubam a nação. E eles são muitos, acredite, enquanto são poucos os ladrões da Pátria - mas que roubam bilhões de reais do futuro de nossos filhos, netos e, por incrível que pareça, dos bolsos dos novos corruptos da Nação. É exponencial a corrupção, meu raro leitor!

Não gosto muito de usar exclamação. Acho um acinte contra a inteligência do raro leitor. Assim como evito grafar alguns argumentos. Mas este governo necessita de muitas exclamações e grafos. Não por nós, cidadãos, mas para ajudá-los a purgar seus pecados de luxúria e soberba, e da sua idiotice existencial, pois todos hão de morrer e apodrecer em seus caixões. Para que roubar o que não se pode gastar?

Escrevo esta crônica no início de uma tarde de grandes chuvas, terça-feira, quando tanto necessitamos de água e mais água. E Dilma Rousseff se escondeu do povo brasileiro quando preferiu fazer um discurso através da Internet, com medo do panelaço que ela bem sabe que adviria. Pois bem: ela sabe do revide e sequer consegue uma ideia para tirar o Brasil do atoleiro econômico que ela mesma criou, afofou e alimentou partidariamente. Nunca jamais o País viu um presidente fugir do povo como o diabo da cruz no dia maior da sua história: Sete de Setembro; andou de Rolls Royce é certo, mas acenando para muros de ferro. Nem o mais covarde dos ditadores militares se atreveu a tanto, coisa que devo considerar à guisa de uma constatação histórica.

Mas essa é a presidente que sempre mentiu a si mesma, uma mamulenga terrorista, e, pior que isso, a que assumiu o mais alto cargo da nação portando dez dedos. E isso não é ironia: é fato.

Dilma não sabe nada do que a história lhe reserva. Não deve ter sequer uma ligeira ideia. Afinal, espantalho não pensa. E sequer espanta ou ameaça os que rapinam os bolsos da Nação. É isso.

Bom dia.