Publicado 04 de Setembro de 2015 - 16h38

Por France Press

A ideia é permitir uma pré-visualização não mostrando que a mensagem foi lida, apenas que foi recebida

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A ideia é permitir uma pré-visualização não mostrando que a mensagem foi lida, apenas que foi recebida

O aplicativo de mensagens WhatsApp, comprado no ano passado pelo Facebook por mais de 20 bilhões de dólares, superou a barreira dos 900 milhões de usuários - uma resposta positiva aos que duvidavam da rentabilidade do negócio. 

"O WhatsApp dispõe agora de 900 milhões de usuários mensais ativos", escreveu na noite de quinta-feira Jan Koum, inventor do aplicativo, em sua página no Facebook. 

A marca dos 800 milhões de usuários havia sido superada em abril. 

O WhatsApp é a maior compra da história do Facebook: a transação, paga em grande parte com ações da rede social, valorizou o sistema de mensagens em quase 22 bilhões de dólares no momento em que foi acordada, no início de outubro do ano passado. 

Quando a operação foi anunciada, o presidente e fundador de Facebook, Mark Zuckerberg, disse que sua prioridade era aumentar a base de usuários do WhatsApp antes de tentar ganhar dinheiro com ele. 

Mas também assinalou que haveria oportunidades de rentabilização quando fosse superada a barreira dos 1 bilhão de usuários, marca que já parece estar ao alcance das mãos. 

Tanto para o Facebook (1,4 bilhões de usuários) como para outra de suas filiais, o aplicativo de fotos Instagram (300 milhões), esta rentabilização passa fundamentalmente pela publicidade.

Mas o WhatsApp ganhou popularidade com a promessa de que jamais colocará publicidade em seu serviço. 

Os analistas preveem que será estabelecido um sistema parcialmente pago, dado que o WhatsApp já lançou um serviço de assinaturas a custos muito baixos em alguns países. Outra opção é que o sistema de mensagens sirva como porta de entrada para outros serviços. 

 

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