Publicado 09 de Setembro de 2015 - 15h01

Por Da agência ANSA/ Brasil

Entre as atividades esportivas, há oferta de ginástica, musculação, pilates, entre outros

AFP

Entre as atividades esportivas, há oferta de ginástica, musculação, pilates, entre outros

O Brasil melhorou duas posições no ranking Global AgeWatch Index 2015 - que avalia a qualidade de vida e o bem-estar dos idosos -, divulgado nesta quarta-feira (9) pela organização HelpAge. Porém, a nação ainda está longe de ser um exemplo: ficou na 56ª colocação entre 96 Estados analisados.

O índice é calculado utilizando cinco pontos principais: segurança financeira, ambiente favorável, saúde, educação e emprego. O Brasil foi bem avaliado no primeiro quesito, onde 81,9% dos idosos têm garantia de renda, ficando na 13ª colocação. Porém, quando o quesito avaliado foi o de "ambiente favorável" - que avalia como a sociedade beneficia e protege os mais velhos - o país ficou na 87ª colocação, especialmente no quesito de violência e maus-tratos.

Os números também fizeram a nação ficar atrás de 11 países latino-americanos avaliados: Panamá (20º), Chile (21º), Uruguai (27º), Costa Rica (28º), Argentina (31º), México (33º), Colômbia (36º), Equador (44º), Peru (48º), El Salvador (54º) e Bolívia (55º) receberam uma avaliação mais positiva que a dos brasileiros.

A melhor nação para um idoso viver é a Suíça, seguida por Noruega, Suécia, Alemanha e Canadá. No fim do ranking, estão o Paquistão (92ª), Faixa de Gaza (93ª), Moçambique (94ª), Malauí (95ª) e o Afeganistão (96ª).

Segundo o estudo, atualmente, 901 milhões de pessoas no mundo - 12,3% da população mundial - estão acima dos 60 anos e esse número subirá para 1,4 bilhão em 2030 - representando 16,5%. Já para 2050, o instituto informa que 21,5% da população estará acima dos 60 anos, ou seja, cerca de dois bilhões de pessoas.

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