Publicado 06 de Agosto de 2015 - 15h50

Por Alenita de Jesus

Pessoal, pedi para a Jaque checar com a Prefeitura no final da tarde a posição da Vigilância.

Alenita Ramirez

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Foto: Alenita Ramirez

Pelo menos 50 funcionários de uma construtora que realiza reparos na Rodovia Luis Ometto (SP-106), que liga Santa Bárbara DOeste a Iracemápolis, passaram mal na madrugada de ontem e foram socorridos no Pronto-Socorro Edson Mano. Com diarreia, os trabalhadores foram medicados e a maioria foi liberado ainda pela manhã. Alguns ficaram em observação. Eles suspeitam que o almoço servido no dia anterior tenha desencadeado os sintomas. A refeição é fornecida por um restaurante na região central da cidade. A Prefeitura contesta o número de pacientes e garante que até ao meio-dia de ontem, foram atendidas 26 pessoas com suspeita de intoxicação alimentar. A Secretaria da Saúde encaminhou as fichas de atendimento para a Vigilância Sanitária, que vai investigar o caso. A dona do restaurante afirma que forneceu o mesmo cardápio do atendimento no self-service aos trabalhadores e não houve queixa. "Sirvo para outras empresas menores e não teve problemas. Não sei o que aconteceu. Tudo isso é muito triste e vamos verificar", disse.

Os trabalhadores alegam que houve dois tipos de marmitex. Uma com arroz, feijão, costela assada e salada de abóbora e outra com abobrinha, ovo, cenoura, arroz e feijão. "A abobrinha estava estragada. Na hora que dei a primeira grafada já senti um gosto ruim", contou um ajudante de 20 anos, que afirma ter sentido cólicas fortes, mas não buscou atendimento médico. "Passei mal na tarde de ontem (quarta-feira), mas fiquei em casa até melhorar. Outras pessoas passaram mal na madrugada e tiveram que ser levadas ao médico", comentou.

Mesmo passando mal durante a madrugada, os funcionários foram trabalhar na manhã de ontem e foi então que constatado que várias pessoas estavam com os mesmos sintomas.

A empresa disponibilizou duas Kombi para levar os funcionários para o pronto-socorro, onde eles foram medicados com soro e dipirona. Também foi disponibilizado transporte para que os funcionários liberado pela unidade de saúde voltassem para as suas casas.

A dona do restaurante disse que fornece 300 refeições para a empresa há cinco meses e nunca teve problemas. Todos os dias, segundo ela, é feita a retirada de amostra dos alimentos, mas ontem, devido a correria o serviço acabou não sendo feito.

Os trabalhadores são da empresa Heleno

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Alenita de Jesus