Publicado 08 de Julho de 2015 - 21h39

Por Paulo César Dutra Santana

O declínio técnico acentuado no segundo tempo da partida de ontem mostrou, mais uma vez, o quanto a Ponte Preta sofre quando precisa recorrer ao seu banco de reservas. Principalmente, quando se trata de jogadores de armação e ataque. Cesinha, Borges e Leo Costa não deram conta do recado e a Macaca quase perdeu um ponto valioso.

O goleiro Marcelo Lomba, que fez pelo menos quatro defesas importantíssimas, temeu pelo pior. "Foi um jogo de início bom, com domínio de nossa parte e muitas chances criadas. Mas, no final, o bicho pegou e a presão não foi pouca não. Temos que jogar sempre o futebol do primeiro tempo", avalia.

O zagueiro Pablo lamentou a queda de rendimento nos 45 minutos da etapa final. "A gente voltou um pouco desligado para o segundo tempo. É preciso consertar isso para o próximo jogo, mas o empate foi importante", considera.

"Recuamos e eu não sei porque", observou Juninho. "Fizemos um bom primeiro tempo, mas eles vieram com tudo no final e colocaram sufoco para a gente", arrematou Fernando Bob.

Volantes

A Ponte Preta trocou um volante pelo outro. No mesmo dia do acerto com Élton, que defendeu o clube na Série B do ano passado e só saiu por causa de grave fratura no pé, dispensou Paulinho, que ganhou algumas oportunidades e não agradou.

Em 2014, Élton era titular absoluto e chegou a deixar Fernando Bob - um dos mais regulares do elenco atual - no banco de reservas. Jogou 18 partidas, em que conquistou sete vitórias, sete empates e participou de quatro derrotas. Seu novo contrato vai até o final de 2016.

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Paulo César Dutra Santana