Publicado 08 de Julho de 2015 - 21h34

Por Paulo César Dutra Santana

Paulo Santana

Da Agência Anhanguera

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A Ponte Preta teve o jogo nas mãos e poderia ter liquidado o Coritiba ainda no primeiro tempo da partida de ontem, no Estádio Couto Pereira, em Curitiba, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mas desperdiçou todas as grandes oportunidades criadas e na etapa final tomou sufoco. Com as mudanças processadas por Guto ferreira, acabou recuando demais. Tomou sufoco e, por muito pouco, não saiu de campo lamentando uma nova derrota.

Com o empate por 0 a 0, a Macaca chegou a 17 pontos e segue em 10º lugar na tabela de classificação. A distância para o G4, porém, continua a mesma – quatro pontos – já que o Palmeiras passou pelo Avaí. O próximo desafio do time campineiro está marcado para sábado, às 21h, no Moisés Lucarelli, diante do líder Atlético-MG.

Foi um primeiro tempo bastante movimentado. A Macaca dominou as ações e marcou o Coxa, que não teve espaço e jogou basicamente nos contragolpes. O primeiro lance de perigo surgiu aos 12. Depois de boa troca de passes pelo meio, Renato Cajá rolou na medida para Juninho, que chutou e a bola desvicou no zagueiro.

Aos 25, Renato Cajá deixou Felipe Azevedo livre na área e de frente para o goleiro. No arremate, o atacante foi muito mal e acertou em cima do goleiro, que saiu bem. Em outra boa jogada da |Macaca, aos 33, Felipe Azevedo disparou uma bomba da intermediária. A bola acertou o travessão e, na sequencia, bateu em cima da linha. O tirateima da TV mostrou que a bola não entrou.

O primeiro chute a gol do Coxa foi aos 27, quando Esquerdinha arriscou de fora da área e Lomba segurou sem maiores problemas. Aos 36, o time da casa teve nova chance com Galhardo, mas novamente o goleiro da Ponte não deu rebote.

Aos 14, Raphael Lucas escapou em velocidade pelo meio. Ele só não abriu o placar porque Marcelo Lomba fez uma “defesaça” e evitou a conclusão. Rodinei, mal posicionado na defesa, dava condição ao atacante.

Aos 33, o Coxa teve sua melhor chance de vencer. O lateral Henrique bateu cruzado, Lomba fez outra bela defesa e, no rebote, Marcos Aurélio acertou bom chute. A bola só não entrou porque Pablo se jogou sobre ele desviou para escanteio.

O time da casa melhorou e pressionou bastante nos minutos finais. Já Ponte, demonstrou cansaço e recuou demais. Por isso, sofreu para segurar o empate que teve sabor de vitória.

Círticas

Na saída do gramado, o zagueiro Renato Chaves soltou o verbo. "Todo mundo que entra em campo tem que briga para não deixar o time sofrendo lá atrás. É preciso brigar pelo time como um todo", afirmou, fazendo clara referência a Cesinha, Borges e Leo Costa que entraram e deixaram a equipe sem poder de marcação.

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Paulo César Dutra Santana