Publicado 05 de Julho de 2015 - 20h41

Por Carlos Augusto Rodrigues da Silva

A Ponte Preta foi para o jogo em Cuiabá desfalcada de três jogadores e com outros dois sem 100% de suas condições físicas. Diante de tantos problemas, chamou a atenção o fato de Borges, principal contratação da equipe para a temporada, não ter sido sequer relacionado para enfrentar o Palmeiras. Após a partida, o técnico Guto Ferreira explicou a opção e justificou a ausência do jogador como um “castigo” pela sua falta de comprometimento.

“É uma coisa bem simples. Gosto de trabalhar com jogador comprometido e, contra o Corinthians (na quinta-feira), houve um momento que eu pretendia colocá-lo pois achava que precisava de dois atacantes. Quando o chamei, ele não tinha nem tirado o agasalho. Veio até mim e sugeriu que entrasse o Roni e não ele, porque ele e o Diego ocupavam o mesmo espaço”, disse o treinador da Macaca. “Ele sabe que errou, pediu desculpas, mas vamos ver como vai ser. Precisamos de quem está preparado e está comprometido”.

Sobre a derrota, Guto lamentou o primeiro tempo da Ponte, mas ressaltou a melhora na etapa final. “Não vi o Palmeiras com tanta superioridade, mesmo no primeiro tempo, em que não fomos tão bem. O primeiro gol saiu em erro nosso, demos a bola pros caras, e o segundo em contra-ataque”, explicou o comandante. “Depois nos arrumamos em campo, conseguimos evoluir e chegamos a perder até gol debaixo da trave”, lembrou, em referência ao lance de Leandrinho, que poderia recolocar a Ponte no jogo a pouco mais de 15 minutos pro final da partida. (CR/AAN)

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Carlos Augusto Rodrigues da Silva