Publicado 09 de Julho de 2015 - 5h30

No segundo dia da greve dos servidores do INSS em Campinas, as perícias médicas foram realizadas normalmente na agência da rua Regente Feijó. As outras três unidades permaneceram fechadas.

Segundo a coordenadora do SinsPrev (Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência no Estado de São Paulo), Natália do Nascimento, cerca de 150 pessoas foram atendidas normalmente, mas o objetivo do movimento é fazer com que todas as agências paralisem o atendimento enquanto o governo não atender às reivindicações da categoria.

“Não há nenhuma decisão ou lei que considere o atendimento do INSS essencial, então não temos que reservar um percentual de atendimento mínimo aos usuários”, afirmou ela. Na região de Campinas, só as cidades de Novas Odessa e Americana não aderiram à paralisação.

O sindicato reivindica um reajuste salarial de 27,3% relativo às perdas salariais dos últimos cinco anos, melhorias nas condições de trabalho e abertura de um novo concurso público para a contratação de funcionários.

Na terça-feira, uma rodada de negociações entre o comando grevista e governo federal, em Brasília, não chegou a um acordo. O governo oferece um reajuste de 21% em quatro anos. (Da Agência