Publicado 03 de Julho de 2015 - 19h05

Você deve ter ouvido falar bem e mal de Lucy (Telecine Premium, 22h, 16 anos), do francês Luc Besson (2014) — assim como declarações de amor e ódio ao diretor. Numa palestra recente para estudantes de jornalismo, um deles perguntou minha opinião. Eu disse que é competente (e bem produzido) como entretenimento. O site americano Rotten Tomatoes, que reúne diversas opiniões de críticos, lhe atribuiu a nota 6,6. Nada mal. E, quem gosta de fetiches, vai ver Scarlett Johansson nua e poderosa. De fato, ela pode tudo, pois, se os meros mortais que somos nós usamos 10% da capacidade mental, ela foi sendo aperfeiçoada para chegar a 100% — um assombro científico. A sinopse: ameaçada, Lucy aceita trabalhar como mula para a máfia chinesa, transportando drogas dentro do estômago. Mas quando o corpo absorve as drogas, ela ganha poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento infinito. Gosto muito de pensar sobre essas possibilidades científicas, mas o filme é só para se divertir mesmo.