Publicado 28 de Junho de 2015 - 18h39

Por Paulo César Dutra Santana

A reabilitação da Ponte Preta no Brasileirão veio com muito suor. Para o técnico Guto Ferreira, foi o jogo mais difícil até aqui e serviu para confirmar o poder de reação da equipe que voltou a encostar no G4, a apenas três pontos do líder, Sport. “Tivemos confrontos bastante complicados com o Cruzeiro, Fluminense e Goiás, mas este foi certamente o que exigiu mais força de nossa equipe”, comentou.

O treinador destacou a vitória que deixa seu time na parte de cima da tabela. “Estes três pontos nos empurram para brigar por vaga lá em cima. Temos 16, em oitavo lugar, mas estamos a apenas a três do líder. Isso prova o quanto é equilibrado o Campeonato Brasileiro”, disse.

Guto admitiu que a Ponte teve atuação regular no primeiro tempo, mas reagiu bem na etapa final. “Se fosse encontrar um motivo para justificar a mudança de comportamento, diria que houve um assentamento da equipe. O Atlético-PR jogou muito bem no primeiro tempo, mas correu de forma anormal. Não conseguiria manter o ritmo até o final”, avalia.

Crítica

O técnico Guto ainda encontrou motivo para despejar críticas aos organizadores da competição, no caso a CBF. “O cara que faz a tabela da CBF é um gênio. Com sua mente criativa, consegue nivelar a competição com maestria impressionante. Nós fomos, até aqui, o único clube a jogar cinco jogos fora e só quatro em casa. E, sem contar que ainda tivemos duas partidas com portões fechados. Mas é assim mesmo. A Ponte tem que brigar sempre no seu limite máximo”, disse. (PS/AAN)

Escrito por:

Paulo César Dutra Santana