Publicado 02 de Junho de 2015 - 17h36

Por Agência Estado

Concessionária incentiva uso do cinto de segurança para evitar mortes e ferimentos em acidentes

Cedoc/ RAC

Concessionária incentiva uso do cinto de segurança para evitar mortes e ferimentos em acidentes

Tornado obrigatório pelo Código de Trânsito Brasileiro já há 18 anos, o uso de cinto de segurança ainda encontra a resistência de um quinto dos brasileiros. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 20,6% da população adulta declarou não utilizar o equipamento sempre que anda de carro ou de van nos bancos da frente.

No gráfico do IBGE, a adesão ao cinto tem percentuais maiores conforme cresce o nível de instrução. Também há diferenças regionais: no Nordeste, 66% dos entrevistados disseram utilizar; no Sudeste, 86,5%.

O hábito para quem viaja no banco de trás ainda não se consolidou, mostra a PNS. Apenas metade da população faz uso da proteção, que também é obrigatória. E nas áreas rurais o índice registrado é de apenas 44,8%. Entre os brasileiros que dirigem motocicleta, 16,6% admitiram dispensar capacete.

O cinto no banco dianteiro reduz o risco de morte em 45% em caso de acidente; no de trás, a redução é estimada em 75%, segundo a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego.

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