Publicado 31 de Maio de 2015 - 17h55

Por Paulo César Dutra Santana

A vitória sobre a Chapecoense, por 3 a 1, anteontem à noite, no Majestoso, confirmou não só o bom momento do time, mas também a variedade de alternativas de jogo que a Ponte Preta possui. Prova disso é que o primeiro gol surgiu de um lance que é treinado exaustivamente. O segundo veio do "elemento surpresa" depois que Biro Biro assumiu a cobrança de falta. Já o terceiro contou com a genialidade de um talento nato, que é Renato Cajá.

O jogo mal tinha começado a Ponte já abriu vantagem. Aos 6, a falta batida por Cajá no alto e entre os zagueiros, é uma das mais exigidas pelo técnico Guto Ferreira nos trabalhos táticos. E, deu certo quando Tiago Alves surgiu livre para desviar a fazer 1 a 0.

O segundo gol, que saiu da falta perfeita de Biro Biro, é o tipo de jogada que todos esperavam pela batida de Cajá. O baixinho da Macaca se mostrou confiante e acertou o ângulo do goleiro, que nada podia fazer.

Já o terceiro foi um lance de cinema. Cajá roubou a bola no meio do campo, avançou alguns passes e, por cobertura, deixou o goleiro Danilo atônito. “Ele tem uma qualidade que todos já conhecem e foi muito feliz no lance”, disse o camisa 1 da Chapecoense, na saída do gramado. “Percebi que o goleiro sempre ficava adiantado. Pensei: o momento vai surgir e surgiu. Não titubeei e acertei”, comentou Cajá.

E, junto a tudo isso, ainda cabe acresecentar a virtude do goleiro Marcelo Lomba, que defendeu um chute à queima-roupa de Roger e fez uma defesa espetacular diante de Ananias, no final da partida. O goleiro garantiu a invencibilidade alvinegra no momento em que o jogo estava 2 a 1 e tudo poderia mudar se o empate surgisse naquele momento. (Paulo Santana/Da Agência Anhanguera)

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Paulo César Dutra Santana