Publicado 08 de Maio de 2015 - 18h30

Por Paulo César Dutra Santana

Paulo Santana

Da Agência Anhanguera

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Depois de passar uma temporada na Série B, a Ponte Preta retorna à elite do Campeonato Brasileiro com planos um pouco mais ambiciosos. O clube está bem estruturado, com uma comissão técnica reconhecida por boas campanhas e montou um elenco de qualidade e que vem se reforçando a cada dia. Neste quadro, o desejo do técnico Guto Ferreira é lutar para se manter , pelo menos, em uma posição intermediária na tabela.

Quem viveu o clima da “estreia” na principal divisão do futebol depois de um sofrido um acesso sabe que o momento diferente exige atenção total de todos. “Pelo que tenho acompanhado, a Ponte está num momento bem melhor do que aquela época”, opina, o ex-volante Fabinho que viveu uma das mehores fases da Macaca nos últimos tempos.

Foram, 59 partidas entre 1998 – ano que foi efetivo ao time principal – e 2001 quando a Ponte chegou nas semifinais do Paulistão e da Copa do Brasil. “Apesar do forte equilíbrio que a Série B vem apresentando nos últimos anos, sabemos que a Série A é bem diferente. São equipes de muita qualidade”, ressalta Fabinho.

Ele, que viveu o clima daquele período, sabe o caminho que a Macaca deve trilhar para não correr risco de rebaixamento. “Um ponto forte que a Ponte sempre teve foi pegada e sempre teve time guerreiro. Na Série A, tem que juntar toda esta vontade com a qualidade dos jogadores”, assegura.

Apaixonado pela Ponte, Fabinho diz que acompanha o clube mesmo estando no Rio Janeiro, onde tem feito estágio no Flamengo para se tornar executivo de futebol. “Sou Ponte Preta e não tem jeito. Moro no Rio, mas estou sempre acompanhando. Do time de hoje, eu conheço o Bob porque jogamos juntos no Fluminense, o Adrianinho, que é da mesma época que eu e o Gustavo Bueno que jogamos juntos na base. Tenho um carinho enorme pela Ponte que está no meu coração”, descreve.

Fabinho encerrou a carreira em 2012 e hoje é dono de uma agência de seguros. Tem se dedicado aos estudos fazendo curso de gestão esportiva, fez estágio no Fluminense e hoje tem ido ao Flamengo com Rodrigo Caetano, além de ter trabalhado no Bangu e Bonsucesso como gerente de futebol.

Como jogador, seus principais títulos foram o Brasileiro de 2004 pelo Santos, a Libertadores e o Mundial de 2006 pelo Internacional e a Copa do Brasil de 2007 pelo Fluminense. “Depois que saí, tive grande momentos, mas a Ponte por ser o clube que me deu a oportunidade de jogar o primeiro Brasileiro e de ter me lançado no cenário está guardadíssima no meu coração”, conclui.

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Paulo César Dutra Santana