Publicado 05 de Maio de 2015 - 9h59

Por Agência Estado

O lateral-esquerdo Egídio durante sua apresentação no Verdão

Cesar Greco/ Agência Palmeiras/ Divulgação

O lateral-esquerdo Egídio durante sua apresentação no Verdão

O Palmeiras tenta a todo custo conseguir a liberação de Egídio para que ele possa estrear pela equipe neste sábado (9), contra o Atlético-MG, às 18h30, no Allianz Parque, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, questões burocráticas com o futebol ucraniano podem fazer com que o jogador tenha que adiar a estreia com a camisa do clube.

O lateral-esquerdo entrou na Justiça contra o Dnipro, da Ucrânia alegando falta de pagamento de salários, e conseguiu fechar com o Palmeiras sem custos palmeirenses. Entretanto, nos casos em que jogadores deixam os clubes de modo "forçado", geralmente a Federação Ucraniana de Futebol demora para enviar a documentação do atleta. Costumeiramente, o processo todo leva cerca de 15 dias, mas o caso de Egídio está mais demorado do que o esperado.

Situação parecia aconteceu com Cleiton Xavier. Ele também deixou o Metalist, da Ucrânia, através da Justiça, e por causa da demora dos ucranianos em enviarem seus documentos, ele não pôde ser inscrito na primeira fase do Campeonato Paulista.

Em geral, quando um jogador é contratado por um clube brasileiro vindo do exterior, é necessário que o time onde ele estava envie um documento para a CBF onde atestará que o atleta não tem mais vínculo com ele. Paralelamente, a nova agremiação precisa também enviar um documento afirmando que o jogador firmou um contrato. Aí, as informações são "cruzadas".

O departamento jurídico do Palmeiras tenta ainda essa semana conseguir regularizar a situação do jogador para ele ter condições de jogo para sábado. Enquanto isso, o técnico Oswaldo de Oliveira pode contar com Zé Roberto e Victor Luis para a posição. Já João Paulo se recupera de lesão.

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