Publicado 31 de Maio de 2015 - 16h24

Por Agência Estado

Desde quando chegou ao clube, Edinho dizia que seu objetivo era brigar pelo acesso

Geraldo Bertanha / Mogi Mirim EC

Desde quando chegou ao clube, Edinho dizia que seu objetivo era brigar pelo acesso

Bastaram apenas quatro jogos na carreira para que Edinho Nascimento, ninguém menos do que o filho de Pelé, o maior jogador de todos os tempos, sentir como é difícil ser técnico de futebol. Com duas derrotas e dois empates, ele foi demitido do Mogi Mirim após segurar o empate sem gols com o Oeste, em Osasco, sábado (30) à noite, pela quarta rodada da Série B do Brasileiro.

Pentacampeão do mundo pelo Brasil em 2002, o atual presidente do Mogi, Rivaldo, comunicou a sua decisão ao técnico. Isso tudo aconteceu dentro dos vestiários do estádio Prefeito José Liberatti, onde o Oeste tem mandado seus jogos.

"Os resultados não estão entrando e vamos tentar achar um novo técnico para dar ânimo ao grupo e permitir a reação dentro da competição", justificou Rivaldo, que evitou criticar pessoalmente o filho do Rei do Futebol.

Desde quando chegou ao clube, Edinho dizia que seu objetivo era brigar pelo acesso. Mas sentiu logo que seu elenco era limitado e que teria muitas dificuldades. Com apenas dois pontos, o Mogi ocupa a penúltima posição, só na frente do Boa, com um ponto. Completam a zona de rebaixamento o Bragantino e o Santa Cruz, com três pontos.

Como o auxiliar técnico Edmilson de Jesus também foi demitido, o Mogi corre atrás de um técnico para comandar o time diante do Boa, terça-feira (2), em casa, pela quinta rodada. Será o duelo dos lanternas.

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