Publicado 31 de Maio de 2015 - 5h30

Com o surgimento constante de novas tecnologias e a fácil acessibilidade de todos a elas, a ascensão da mulher no mercado de trabalho e o forte intercâmbio de culturas com a globalização, o mundo, especialmente o corporativo, tem passado por mudanças bruscas a cada ano e deixado profissionais de cabelo em pé.

A começar pelo ambiente de trabalho, que mudou e continua em constante transformação. Há três décadas, poucos trabalhadores utilizavam fax, internet ou e-mail, os computadores ocupavam salas inteiras e não o tampo de uma escrivaninha. Os avanços na informática e na tecnologia da comunicação modificaram permanentemente o local de trabalho por alterarem o modo como a informação é criada, armazenada, utilizada e compartilhada. Sem falar que hoje não é necessário mais estar no mesmo local de trabalho, o número de home offices aumentou no mundo todo e a comunicação entre países e culturas é uma realidade cada vez maior.

Por outro lado, as mulheres conquistam cada vez mais espaços no mercado de trabalho. Em 1960, apenas 32% das mulheres casadas participavam da força de trabalho norte-americana. Ao final da década 1990, 61% de todas as mulheres com idade para trabalhar tinham empregos, constituindo 47% do total da mão-de-obra. No Brasil, 82% de todas as mulheres brasileiras com idade para trabalhar tinham empregos, constituindo 40,4% do total da mão-de-obra.

E a globalização permitiu que as fronteiras nacionais, que costumavam isolar a maioria das empresas das pressões competitivas estrangeiras, fossem expandidas. Hoje, praticamente, não têm sentido nenhum na definição dos limites operacionais de uma organização.

Entretanto, globalização não significa apenas fazer negócios além das fronteiras nacionais. O termo também significa aumento da competição para quase todo tipo de organização. Duas forças principais têm governado a globalização: a procura de novos mercados e a necessidade de reduzir custos.

Outra questão de diversidade é o multiculturalismo. A proporção de pessoas com raízes europeias (principalmente, portuguesas, hispânicas, italianas e alemãs), asiáticas, latino-americanas e africanas, aumentou durante as últimas duas décadas e continuará aumentando. As tendências de aumento da força de trabalho feminina e do multiculturalismo estão ocorrendo nas nações do mundo inteiro.

O termo responsabilidade social da organização ilustra o aumento das expectativas da sociedade em relação às empresas. Espera-se que os executivos promovam padrões éticos elevados. De fato, poucas organizações podem permitir-se receber publicidade negativa associada à percepção de serem socialmente irresponsáveis ou eticamente repreensíveis.