Publicado 31 de Maio de 2015 - 5h00

O funcionamento dos equipamentos em tempo real é diferente dos convencionais

Divulgação

O funcionamento dos equipamentos em tempo real é diferente dos convencionais

Até setembro, serão implementados os semáforos em tempo real. Os controladores dos equipamentos da orla já estão sendo substituídos pelos novos e as câmeras que fazem a leitura da quantidade de veículos, implementadas.

Os trabalhos, coordenados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-Santos), serão realizados nos 49 cruzamentos que receberão a nova tecnologia – avenidas da praia, entre a divisa e a Rua Alexandre Martins; Av. Ana Costa (toda a extensão) e avenidas Martins Fontes e Nossa Senhora de Fátima, entre as ruas Júlia Ferreira de Carvalho e São Sebastião. A empresa que desenvolve os serviços é a Brascontrol Indústria e Comércio LTDA., vencedora da licitação.

A etapa atual dos trabalhos consiste em retirar o controlador do semáforo existente, que hoje funciona com tempos de verde e vermelho pré-programados, e substituí-los por equipamentos com a nova tecnologia.

Paralelamente, ocorre a instalação das câmeras de detecção virtual em diversos pontos da via. Diferentemente dos laços virtuais do solo, utilizados nos radares, a contagem dos veículos que trafegam na avenida principal e suas transversais será feita por câmeras de vídeo suspensas.

Operação

O funcionamento dos equipamentos em tempo real é diferente dos convencionais. Por meio da nova tecnologia, as câmeras virtuais fazem a contagem volumétrica de veículos e enviam os dados do fluxo a uma central semafórica, que será instalada brevemente na sede da CET.

Os próprios equipamentos fazem os cálculos e reenviam a informação dos tempos necessários de verde e vermelho aos controladores, para dar uma abertura maior à via mais movimentada. Eles são programados para tomar decisões remotas, sem a intervenção humana.

Após a substituição dos controladores na orla, os serviços ocorrerão na Nossa Senhora de Fátima/ Martins Fontes e serão finalizados na Av. Ana Costa.