Publicado 06 de Maio de 2015 - 16h02

Por Renê Moreira

Equipe utiliza uma plataforma de mapas colaborativos, a partir do software livre OpenStreetMap, capaz de mapear regiões em situação de risco

Henrique Fontes

Equipe utiliza uma plataforma de mapas colaborativos, a partir do software livre OpenStreetMap, capaz de mapear regiões em situação de risco

Um grupo de pesquisadores do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP (Universidade de São Paulo), em São Carlos, trabalha para identificar áreas destruídas pelo terremoto no Nepal. São observadas ruas, prédios, pontes e estradas por meio de imagens de satélite, contribuindo para ajudar as forças humanitárias que estão atuando no local.

O número de desalojados que precisam receber mantimentos e remédios é grande e o mapeamento ajuda a otimizar o trabalho das forças humanitárias e, a longo prazo, a ajudar na futura reconstrução do país. O trabalho funciona através de projeto desenvolvido em parceria com a Universidade de Heidelberg, na Alemanha.

De acordo com o professor João Porto de Albuquerque, coordenador da iniciativa no ICMC, essa parceira possibilitou a utilização de uma plataforma de mapas colaborativos, a partir do software livre OpenStreetMap, que é capaz de mapear regiões em situação de risco.

“Conseguimos colocar no território os elementos que antes existiam ali, como, por exemplo, prédios. Isso ajuda a fazer a coordenação logística das operações de resgate e assistência às pessoas”, explica Albuquerque. No grupo de pesquisadores brasileiros que está atuando no mapeamento do Nepal, também há alunos de graduação e de pós-graduação.

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Renê Moreira