Publicado 24 de Março de 2015 - 15h01

Por Maria Teresa Costa

- fiz foto mequetrefe dos franceses (esta no whatsapp)

Maria Teresa Costa

Da Agência Anhanguera

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Os projetos de mobilidade urbana de Campinas, como o sistema de ônibus rápido, o BRT, e o veículo leve sobre trilhos (VLT), estão atraindo o interesse de empresas francesas do setor que atuam na implantação, operação e fabricação de equipamentos e que ontem se reuniram com o prefeito Jonas Donizette (PSB) para conhecer oportunidades de negócios na cidade. Ainda não há estudo de viabilidade do VLT, embora recursos para contratação tenham sido aprovados pelo Ministério das Cidades. Já em relação ao BRT, a Prefeitura planeja publicar a licitação do projeto executivo e obras no segundo semestre.

“As empresas francesas têm experiência na área de transporte e interesse em atuar na cidade”, disse o cônsul geral da França em São Paulo, Damiem Loras. O diretor da área de transportes da Alstom Brasil, Marco Contin, disse que a empresa tem muito interesse no projeto do VLT e quer conversar a respeito, mas acha que a Prefeitura deveria repensar o outro projeto, o do BRT, porque em função da demanda, ele pode ficar obsoleto em pouco tempo. “Cidades como Curitiba e Bogotá já estão repensando seus BRTs e projetando metrôs. Campinas deveria fazer um estudo firme de demanda antes de decidir pelo investimento”, afirmou.

Empresas como a Sociedade Nacional de Estradas de Ferro (SNCF) que atua na implantação e operação de transporte de passageiros e mercadorias, a Systra – empresa líder mundial no segmento de infraestrutura e transporte público presente em 78 países; a RATP operadora do metrô e da rede expresso regional (RER) na região metropolitana de Paris, estão entre as francesas que agendaram novas reuniões com a Secretaria de Transportes para discutir os projetos e avaliar oportunidades de investimentos. “Queremos parcerias nesses projetos”, disse Daniel Nogueira, do Grupo RATP.

As empresas francesas tem soluções qualitativas para o momento em que o Brasil atravessa, onde as quantidades já não satisfazem mais e é necessário qualidade. Não adianta colocar mais ônibus nas ruas; é preciso transporte de massa de qualidade, com menos poluição e mais conforto aos passageiros”, disse o cônsul geral.

O diretor da Systra no Brasil, Olivier Maillefaud, disse que a empresa tem interesse nos projetos locais de transporte, mas também no trem regional que está sendo projetado pelo governo do Estado para ligar as regiões metropolitanas de Campinas, Vale do Paraíba, São Paulo e Santos. O projeto, que também desperta o interesse da Alstom, prevê 431 quilômetros de ferrovia que ligarão Americana a Santos, Taubaté a Sorocaba e que se cruzarão em São Paulo. O o trem sairá de Americana, passará por Santa Bárbara, Sumaré, Hortolândia, Campinas, Valinhos, Vinhedo, Louveira, Jundiaí e chegará à capital paulista.. O custo previsto para interligar a macrometrópole formada pelas quatro regiões metropolitanas – Campinas, Vale do Paraíba, São Paulo e Santos – está estimado em R$ 20 bilhões, sendo R$ 4 bilhões de recursos públicos.

RETRANCA

Os estudos de viabilidade do VLT ainda não começaram, apensar de os recursos, de R

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